Sexta-feira, aproveitando o bom tempo, resolvemos dar um passeio pelo Parque das Nações com a nossa filhota.
Arrumei o chapéu no saco dela para a podermos tirar do ovinho, e lá fomos nós passear, estacionamos, e quando estávamos a retirar o ovinho do carro para colocar no carrinho, abro a bagageira, e ...oppppsss... o carrinho ficou em casa!
Ir passear a carregar o ovinho e a Liliana dentro dele, estava fora de questão, pois era ir a carregar pelo menos 11 kg, por isso resolvemos dar um passeio diferente... a nossa filhota ia ao colo, afinal de contas ela já têm um chapéu!
E lá fomos, a pensar que seria um passeio mais sossegado, sentados perto do rio, a comer gelados, e ela a ver as pessoas a passar. E desta forma eu fui comprar os gelados enquanto o pai sentava-se com ela junto ao rio, comi o gelado e segurei na Liliana enquanto o pai comia o gelado dele, mas ela começa a ficar rabugenta, o feitio a vir ao de cima, a esticar-se toda, não queria estar sentada, não queria a chucha, ao mesmo tempo que dava pequenos gritos, por isso perante tal situação resolvemos dar como terminado o nosso passeio, pois não tínhamos como acalma-la, faltava carrinho para a embalar.
Quando nos levantamos para ir embora, surpresa a nossa, a Liliana calou-se, afinal não queria estar sentada e sossegada, queria passear, pois num lugar tão privilegiado como o colo do pai, não é para se desperdiçar sentada num só lugar.
Resolvemos então continuar o passeio, mas de volta para o carro, eu já estava tão cansada de carregar o saco dela, e o pai cansado de carregar a filha, afinal ela já vai a caminho dos 7 kg.
A partir de agora, até nos podemos esquecer de tudo, mas uma coisa é certa o carrinho do bebé nunca mais fica em casa, pois passear com um bebé ao nosso colo é muito mais cansativo do que parece.
Arrumei o chapéu no saco dela para a podermos tirar do ovinho, e lá fomos nós passear, estacionamos, e quando estávamos a retirar o ovinho do carro para colocar no carrinho, abro a bagageira, e ...oppppsss... o carrinho ficou em casa!
Ir passear a carregar o ovinho e a Liliana dentro dele, estava fora de questão, pois era ir a carregar pelo menos 11 kg, por isso resolvemos dar um passeio diferente... a nossa filhota ia ao colo, afinal de contas ela já têm um chapéu!
E lá fomos, a pensar que seria um passeio mais sossegado, sentados perto do rio, a comer gelados, e ela a ver as pessoas a passar. E desta forma eu fui comprar os gelados enquanto o pai sentava-se com ela junto ao rio, comi o gelado e segurei na Liliana enquanto o pai comia o gelado dele, mas ela começa a ficar rabugenta, o feitio a vir ao de cima, a esticar-se toda, não queria estar sentada, não queria a chucha, ao mesmo tempo que dava pequenos gritos, por isso perante tal situação resolvemos dar como terminado o nosso passeio, pois não tínhamos como acalma-la, faltava carrinho para a embalar.
Quando nos levantamos para ir embora, surpresa a nossa, a Liliana calou-se, afinal não queria estar sentada e sossegada, queria passear, pois num lugar tão privilegiado como o colo do pai, não é para se desperdiçar sentada num só lugar.
Resolvemos então continuar o passeio, mas de volta para o carro, eu já estava tão cansada de carregar o saco dela, e o pai cansado de carregar a filha, afinal ela já vai a caminho dos 7 kg.
A partir de agora, até nos podemos esquecer de tudo, mas uma coisa é certa o carrinho do bebé nunca mais fica em casa, pois passear com um bebé ao nosso colo é muito mais cansativo do que parece.






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